Morreu Irmã Dolores!

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Morre uma das pessoas que entendeu a mensagem de Cristo e fez sua opção pelos pobres, convido a visitar:

 

http://www.jornalvicentino.com.br/home/2006/06/28/irma-dolores/

Eu vi esta mulher chorar, brigar e nunca desistir da luta em prol dos que precisavam de uma ajuda.

Ela espanhola de nascimento e eu descendente de espanhois, ela me fazia lembrar a frase que sempre falo para mim mesmo quando pinta algum pensameto depressivo:

“Nosotros tenemos la fuerza de España!”

A Luta continua!

Vai em paz irmã, você investiu seus talentos e os frutos estão por aí, nos vemos!

Paulinho

Pecado Original

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Se deixarmos uma criança de poucos meses totalmente solta sem protege-la ela pode cair de uma janela, enfiar o dedo em uma tomada, enfim ela pode colocar sua própria vida em risco.

Para protege-la necessitamos reprimir: afasta-la do perigo, dizer não, repreender.

Ela se atira para a vida pois desconhece a morte e recebe em troca repressão.

Este sentimento interioriza e nos acompanha o resto da vida, é o nosso pecado original.

Isto vale para todos nós e a Biblia muito bem representou isto e muito mais no Genesis.

Todos trazemos nosso Adão interiorizado e Cristo vem para nos redimir e abolir a culpa, com um discurso bem existencial mas extremamente exigente: perdoar os inimigos, apenas de olhar outra mulher já pecamos etc.

No post anterior a este comentei sobre termos uma necessidade psicológica de reviver a segurança oferecida por nossos pais e que a fé cristã católica  supre via as figuras de Maria e Jesus, agora complemento que também nosso pecado original é redimido em Cristo.

Então estamos perdoados e com a segurança necessária para nos lançarmos a vida.

Como eu digo: Vai na fé! Nada pode deter um cristão que luta por o que realmente acredita.

Boa Semana!

P.S.: Comecei a dar aulas de inlgês como voluntário em um cursinho pré-vestibular gratuíto oferecido pela ONG Educafro.

O Cristianismo Católico atende nossas necessidades psicológicas.

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Uma das perguntas que muitos se fazem, é: Porque o catolicismo sobrevive a mais de dois mil anos?

 

Alguns podem responder estas perguntas falando dados históricos do poder que a Igreja conseguiu após a conversão de Constantino,  primeiro imperador romano a converter-se ao catolicismo.

 

Mas ao estudarmos a presença da igreja na Idade Média e sua penetração no seio da sociedade e do povo na Europa  fica claro que algo mais forte havia ali, e também agora mesmo depois de todas as descobertas cientificas, da avalanche anti-religiosa dos meios de comunicação e do mundo acadêmico mesmo assim a fé persiste a ainda cresce.

 

O Papa continua juntando multidões onde quer que vá.

 

O ser humano tem uma necessidade do “religare” com Deus, origem da palavra religião. Praticamente todas as religiões oferecem isto, porém creio que a igreja católica tem algo de especial ao oferecer  também a figura de Maria, Nossa Senhora.

 

Creio que nossa matriz psicológica, forjada via de regra na presença de uma figura masculina e outra feminina, acaba por criar uma necessidade, quando nos tornamos adultos de revivermos aquela sensação de segurança que nossos pais nos ofereciam.

 

Outro dia assisti uma pregação de um padre falando que Cristo não é nosso Pai e sim nosso irmão. Mas o discurso deste padre é uma exceção, via de regra no meio católico Cristo é visto como Deus e Pai; e Maria como Nossa Mãe.

 

Tem uma música do Diácono Nelsinho Correa que diz:  “Se viver com pai é bom! Com pai e mãe que maravilha!”

 

Ao mergulharmos na fé católica acabamos por atender uma necessidade psicológica básica, revivemos pai e mãe, desta vez onipresente, onde estivermos eles estarão conosco e nada precisamos temer.

 

Na próxima semana postarei um raciocínio semelhante sobre o Pecado Original. A Bíblia de forma simbólica na história de Adão e Eva  reproduz uma matriz psicológica do ser humano.

 

Boa Semana a todos!

 

Paulo Prol Medeiros

Apóstolo Paulo e o Antigo Testamento

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Quando comentei com um paroco aqui de Santos sobre a ideia deste livro ele me disse: “É uma injustiça com o apóstolo Paulo!”.

Recebi um comentário na mesma linha incluindo o Antigo Testamento e alertando-me de que devemos ter cuidado quando nos achamos certos e toda a igreja errada.

Gostaria de dizer que não vejo este ponto de vista como certo e os outros como errados, até porque tenho duvidas sobre se existe certo ou errado. Existem leituras diversas que podemos fazer.

Possa fazer uma leitura protestante ou católica da biblia ou ainda ufológica. O que está certo ou errado só Deus sabe. O que pretendo é propor uma nova leitura com um enfoque no Cristo humano e dele extrair uma filosofia Cristã, sem as influências do antigo testamento ou de Paulo. Não estou julgando estas influências.

Adoro o Antigo testamento em especial os livros sapiencias (Sabedoria, Provérbios, Eclesiatico, Eclesiastes, Salmos) e óbviamente o Gênesis.

Sobre Paulo então nem pensar, carrego o seu nome. Seu discurso sobre o amor é dos textos mais sublimes que já se escreveu.

Portanto se causei a impressão de desprezo para com Paulo ou com o Antigo Testamento, ou ainda se pareci arrogante a ponto de achar-me certo e a igreja errada, quero desfazer aqui este mal entendido.

Forte abraço a todos

Paulo

Cristo Esquecido!

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Bom dia a todos, a paz de Jesus!

Convido os leitores a visitarem a leitura biblica de hoje:

http://www.universocatolico.com.br/content/view/12301/135/

Hoje é um dos exemplos onde a palavra de Cristo sequer consta das leituras. Notem que nem no Evangelho isto acontece, limitando-se a passagem de Herodes decidindo matar Joao Batista.

Minha tese é de que o cristianismo atual, seja católico ou protestante, está muito calcado em Paulo e no Antigo Testamento, por isso a idéia de uma re-leitura de Cristo por ele mesmo.

Hoje começo meu curso de Filosofia pela Universidade Católica Virtual, o curso visa me capacitar a melhor escrever o livro e também me habilitar a ministrar aulas o que pode vir a ser minha profissão no futuro.

Uma excelente semana aos poucos leitores, que a Paz de Jesus esteja convosco e com os seus.

Paulo Prol Medeiros

 

 

 

 

A PRESENÇA DE DEUS…OU A FALTA DE DEUS

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Há os que não acreditam em Deus e em nada que não esteja cientificamente comprovado, bom a estes não tenho muito a dizer pois já assumiram de antemão uma posição que a bem da verdade nem a própria ciência assume.

 

A ciência trabalha com possibilidades e teses que hoje fazem sentido mas que, mesmo eles admitem, podem não fazer sentido nenhum amanhã caso outra descoberta mude todo o  cenário.

 

Já de muito tempo a medicina admite a influência de posturas positivas do paciente ajudando na sua recuperação, o que nada mais é do que uma força interior ajudando seu sistema imunológico, com certeza um dia descobriremos como isto se processa, em alguns casos já até sabemos qual a substância química que o cérebro produz relacionada a esta ou aquela postura psicológica mas isto não inválida a premissa de que uma força (ainda que manifesta através de uma substânica produzida pelo cérebro) nos move.

 

É muito comum vermos as pessoas descreverem sua visão de Deus como uma força, uma energia.

 

Nós seres humanos, nos alimentamos para obter a força, a energia necessária para o nosso dia-a-dia. Quando vemos um alimento, uma fruta, uma verdura, um legume, frutos da natureza, na verdade estamos vendo ali Deus.

 

Por isso a tradição nos ensina que o momento da refeição é um momento sagrado, e o desperdício com alimento um pecado grave. Lembro-me de quando se por algum motivo era indispensável jogarmos algum alimento fora, dávamos um beijo no alimento como que pedindo perdão pelo ato.

 

Ainda que você não acredite em Deus, admita que somos movidos por uma força que vem da natureza, da combinação do alimento, do ar e da luz do sol que nos ilumina.

 

Eu creio que Deus em sua sabedoria desenhou a natureza de forma que as coisas que realmente são importantes como os alimentos, brotassem do chão, caíssem das árvores. Já as coisas menos importantes, quase inúteis, ficassem, por exemplo, no fundo do mar dentro de uma ostra como a pérola, ou incrustado nas pedras como o ouro, ou no extremo subsolo como o petróleo.

 

Mas o homem na sua ignorância e reversão de valores fez com que hoje tenham mais importância e valor as coisas que nada valem, e aquelas que realmente valem são tão mal distribuídas no planeta que alguns lugares toneladas de alimentos são desperdiçados enquanto em outros lugares pessoas morrem de fome.

 

O que quero dizer com isto é que Deus, esta força, está presente no nosso dia-a-dia, está dentro de nós, até cientificamente falando. Mas o mundo atual deste início de século XXI talvez seja o momento em que mais o estamos desrespeitando.

 

 

Algumas pessoas possuem aquilo que chamamos de magnetismo pessoal, parece que irradiam uma energia que onde estão presentes o ambiente fica mais animado, isto é uma força pessoal. Umas pessoas possuem mais outras menos, assim como bom senso, inteligência etc como também pode variar de um dia pro outro, em um dia estamos cheios dessa energia noutros estamos péssimos.

 

Suponha que surja alguém com esta força todos os dias a todos os instantes, mas multiplicada por milhões de vezes. Como você chamaria esta pessoa. Energizado, iluminado, ungido….Cristo…..Filho de Deus!

 

Cristo foi alguém assim.  Saiu simplesmente a pregar sua mensagem e esta palavra sobrevive até hoje animando pessoas, tirando  do álcool e das drogas, fazendo as pessoas animarem-se, aprenderem a amar e respeitar suas esposas.

 

Ainda que você não acredite em Deus ou que Jesus foi este Deus encarnado, peço-lhe que leia atentamente as palavras deste homem que mudaram e continuam mudando o mundo.

 

Pode-se argumentar que a interpretação de suas palavras foi também mudando com o tempo. Por um tempo víamos um Deus que punia a quem devíamos temer, hoje exaltamos mais o Deus de amor e de perdão e que no fundo então cada geração dá sua interpretação a este texto.

 

Pode ser que seja verdade, mas também precisamos lembrar que isto faz parte da tradição judaico cristã. A Tora judaica era inicialmente uma tradição oral, que somente depois veio a ser transcrita, havendo até quem criticasse isto devido a rigidez e inflexibilidade que o texto escrito impunha, valendo o mesmo para o Cristianismo, no inicio era transmitido oralmente ou através das cartas de Paulo e Pedro.

 

Sem dúvida que sem Paulo e Pedro o cristianismo talvez não teria chegado até os nossos dias, mas acho que é chegado o momento de uma divulgação de Cristo por ele mesmo, sem intermediação, por isso publico esta coletânea de textos.

 

Eu os leio, principalmente os canônicos, como quem ouve diretamente a Deus, pois creio nisto, mas peço que o leitor os leia sem pensar nesta ou naquela religião, mas pensando em um homem que surgiu a mais de dois mil anos mas com um pensamento que estava talvez três mil anos a frente de seu tempo.

Introdução

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O Cristianismo sobrevive após mais de 2000 anos sob os mais diversos nomes: Ortodoxos, Católicos, Luteranos, Anglicanos, Protestantes, Pentecostais. Este livro nos remete diretamente as palavras de Cristo, sem contexto, incluindo os textos apócrifos. Optei por não incluir os apócrifos da linha agnóstica, isto devido a distância que estes textos tem do conteúdo canônico, ao final de cada trecho do evangelho menciono entre parênteses o evangelho fonte.

 

Ao fazer isto pude imaginar os primeiros cristãos também selecionando o que viriam a ser os canônicos e então entendi que eles buscaram preservar a mensagem simples de Cristo, assim como ele falava as multidões. Talvez alguns dos canônicos agnósticos sejam fidedignos, porém não alteram a mensagem básica de amor a Deus e ao próximo que Jesus passou. Se a Igreja Católica em sua história  envolveu-se em política, guerras e perseguições com certeza não foi devido a ausência dos textos agnósticos mas sim por erros dos pobres homens pecadores que somos todos nós.

 

Enquanto compunha o livro não pude deixar de pensar nas palavras de João no Apocalipse: “Declaro a todo aquele que escutar as palavras da profecia deste livro: se alguém acrescentar algo, Deus acrescentará sobre ele as pragas escritas neste livro.  E se alguém tirar algo das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a parte da árvore da vida e da cidade santa, que estão escritas neste livro.”

 

Mas não poderia desistir de algo que entendo como sendo uma ferramenta a mais na divulgação da palavra de Jesus, com foco naqueles que ainda não beberam diretamente na fonte de suas palavras ou ainda naqueles que têm dificuldade de aceitar o Jesus divino, então lhes apresento Jesus personagem histórico e seu discurso.

 

Outros personagens também passaram por este planeta com uma mensagem que segue frutificando até hoje: Confúcio, Buda, Sócrates antes de Cristo e mais recentemente Karl Marx e Freud.

 

Todos estes apresentaram um conjunto de idéias que você ao ler pode aceitar ou rejeitar. Cristo difere pois este lhe convida a uma experiência pessoal com Ele. Cristo não aponta este é o caminho, Ele diz: Eu sou o caminho! E nos diz que estará sempre conosco. A relação aqui não é com um conjunto de idéias mas de uma relação de amor como temos com outra pessoa, mas neste caso diretamente com o Pai. Voltaremos depois a este raciocínio.

 

O livro nos convida a buscar um M.D.C (Minimo Denominador Comum) para o Cristianismo. Um Cristianismo simplificado, sem dogmas e no final convida a principal corrente Cristã, a Igreja Católica a dar um grande passo no sentido da união dos Cristãos, pregada por Cristo: Que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que eles estejam em nós, e o mundo creia que tu me enviaste.

 

Este é um trabalho que visa tirar do contexto (descontextualizar) as falas de Cristo, incluindo as passagens apócrifas. O Cristianismo, com dois mil anos de existência continua hoje transformando pessoas, porém o que chamamos de Cristianismo foi moldado pela ação dos apóstolos após a morte de Jesus e principalmente pelas espístolas  de Paulo e Pedro.

 

Inevitável dizer que o Cristianismo já nasceu dividido. Em um primeiro momento se discutia se ele devia ou não ser levado aos gentios (não judeus). Algumas correntes aceitavam Jesus porem não sua divindade, enquanto uns  tinham uma visão de que Jesus pregava um total ascetismo, outros tinham visão diametralmente oposta de vida em comunidade; ou ainda uns entendiam necessária uma completa abstinência sexual, outros o inverso e por aí vai.

 

Paulo e Pedro conseguiram construir uma certa unidade, que se manteve até o segundo concílio de Nicéia em 787. Não que todas as divergencias tivessem sido superadas porém havia um credo comum, e as divergências eram relevadas, ou melhor relegadas a coisa de menor importância, pois não passam disto mesmo.

 

Dividi este trabalho em duas partes, uma primeira composta pelas falas de Cristo tomadas de todos os evangelhos, duplicidades foram cortadas prevalecendo a primeira versão na classica ordem dos evangelhos (Matheus, Marcos, Lucas e Joao). Os textos estão colocados em uma tentativa de ordem cronológica. Foram propositadamente descontextualizados, são frases soltas que muitas de tão conhecidas ja nos evocam a que situação se referem, outras não, nos dando novas interpretaçõs para frases que colocadas no contexto tem seu sentido limitado à situação descrita pelo narrador.

 

Já dizia o velho ditado – “Quem conta um conto aumenta um ponto.” – embutido no contexto ja vai um pouco de interpretação, como este trabalho busca trazer a tona Jesus, por ele mesmo, sem interpretações, optei por retirar completamente o contexto, salvo raras exceções. Vale dizer que esta não é uma abordagem original, várias pessoas ja retiraram por exemplo as frases de Cristo na cruz do contexto e as deixaram isoladas para meditação. Segui a mesma linha.

 

Na segunda parte procurarei propor uma espécie de Cristianismo simplificado. É celebre a reduçao de toda a Lei aos dois mandamentos: Amar a Deus acima de todas coisas e ao próximo como a si mesmo, literalmente: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas “

 

Muita gente baseada nesta redução raciocina da seguinte forma: “Creio em Deus e não faço mal a ninguem então já sou um Cristão.” Permita-me discordar. Tentaremos interpretar pelas palavras e ações de Cristo o que seria Amar a Deus ao próximo.

 

Finalizo a segunda parte e o livro propondo à igreja católica, na pessoa do Papa Bento XVI um gesto concreto na direção de promover esta unidade Cristã.

 

Nietzsche

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A Paz de Jesus!

Semana passada falhei na atualização, sorry. Como prometido, mas com uma semana de atraso segue texto sobre o porque do titulo “Assim Falava Jesus Cristo”

O titulo traça um paralelo com o livro “Assim falava Zaratrusta”de Nietzsche. Neste livro Nietzche proclama a morte de Deus e a aparição de um novo super homem.

A morte de Deus proclamada por Nietzsche acabou sendo capa da Times umas 4 décadas depois, em uma matéria onde a revista dizia que para o mundo acadêmico Deus não mais era um tema de discussão.

Nossa realidade de inicio de século XXI mostra o quanto eles estavam errados: a religião continua sendo o motor de muitas discussões e sendo erroneamente usada por grupos para causar guerras e atentados.

O livro de Nietzsche não tem enredo, são frases e discursos de Zaratrusta, o que sigo com frases e discursos de Cristo numa tentativa de trazer o discurso de Cristo para uma filosofia Cristã e não uma religião Cristã.

Pois me parece que o Cristo Deus apagou o Cristo humano na cabeça de todos e vejo no Cristo humano o embrião de muito do que viria a ser discutido filosóficamente mais tarde. Porém Cristo ficou alijado desta discussão pois a defesa de suas ideias era feita pela Igreja que tinha um histórico negativo no mundo da intelectualidade.

Hoje podemos fazer uma análise mais imparcal: focar o discurso de um homem chamado Jesus e iremos descubrir uma imensa riqueza filosófica ali, independente do mal uso que fizeram de suas palavras.

Jesus nos convida ao amor, ao respeito. Jesus não funda religiões mas a historia mostra que ele criou comunidades por onde passou (vide o historiador judeu Josefus).

Enfim, a idéia é contrapor o livro que proclama a morte de Deus com um livro que pretender renascer o Cristo humano: Jesus.

Fraternal abraço

Paulo Prol Medeiros

Eu ainda assim seria Cristão? Sim!

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Vamos supor por alguns instantes que Jesus não ressucitou e que também não era o Deus encarnado, mas apenas um personagem humano e histórico entre os muitos que por aqui passaram.

Então pergunte a sí mesmo: eu ainda assim seria Cristão?

Retirado o divino de Cristo somente podemos responder a esta pergunta mergulhando no que Cristo falou.

Eu fiz isso e respondi afirmativamente: eu seria Cristão, pois a filosofia de Cristo é a precursora de muitos pensamentos que somente viriam surgir séculos depois como o existencialismo, socialismo e outros.

A coletânea das falas de Cristo, incluindo as apócrifas e do Alcorão estão disponível em um arquivo word, trabalho de elaboração de um futuro livro com o mesmo título deste blog: Assim Falava Jesus Cristo.

 

No próximo post o porque deste título que faz um paralelo com o livro Assim Falava Zaratrusta, de Nietzsche.

 

Bye

 


Acessos:

Paulo Prol Medeiros

Versão Atual do livro

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Se alguem estiver interessado em receber a versão atual do livro envie um e-mail para solicitando que eu envio.

Está em formato Word, zipado tem 249 KB.

Obviamente sem custos, o interesse é divulgar.

Grato,

Paulo Prol Medeiros

 


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